Não sei se o fim do mundo está longe ou não.
As vezes eu acho que não, como agora, por exemplo, quando o ar condicionado do Galeão simplesmente não dá conta do calor que faz no Rio de Janeiro.
Ou quando vindo de Três Rios para o aeroporto, constato que a serra está cada vez mais ocupada com casasque sobem as montanhas íngremes, gritando por uma outra tragédia.
Ou quando refugiado nesse restaurante no aeroporto, vejo que as televisões estão ligadas numa degradante série qualquer da rede globo, como que constatando que o cérebro brasileiro derreteu antes mesmo desse calor excessivo.
Ou quando, nesse mesmo restaurante observo e principalmente escuto, os gritos das crianças que os pais esqueceram de educar, restringindo-se apenas a chamá-las de chatas(!).
Estou indo para o fim do mundo, nesse caso a Terra do Fogo, extremo sul da América do Sul.
O que busco?
Nesse momento penso que busco um pouco de silêncio e a natureza selvagem da Terra.
A conferir...
As vezes eu acho que não, como agora, por exemplo, quando o ar condicionado do Galeão simplesmente não dá conta do calor que faz no Rio de Janeiro.
Ou quando vindo de Três Rios para o aeroporto, constato que a serra está cada vez mais ocupada com casasque sobem as montanhas íngremes, gritando por uma outra tragédia.
Ou quando refugiado nesse restaurante no aeroporto, vejo que as televisões estão ligadas numa degradante série qualquer da rede globo, como que constatando que o cérebro brasileiro derreteu antes mesmo desse calor excessivo.
Ou quando, nesse mesmo restaurante observo e principalmente escuto, os gritos das crianças que os pais esqueceram de educar, restringindo-se apenas a chamá-las de chatas(!).
Estou indo para o fim do mundo, nesse caso a Terra do Fogo, extremo sul da América do Sul.
O que busco?
Nesse momento penso que busco um pouco de silêncio e a natureza selvagem da Terra.
A conferir...






