quinta-feira, 4 de julho de 2013

Moradias



sexta-feira, 31 de maio de 2013

Ficção cientifica

Quem não sonha mundos distantes, mundos alternativos, mundos queridos além dessa gravidade 1 da Terra, descrita cientificamente?
Eu sonho. Eu queria que o tempo fosse elástico, além do que ele é. Queria poder passar pelo espaço em tempo dobra. Queria que a Terra fosse o centro do nosso universo humano, não como na idade média, mas como algo que é só o que temos e por isso é o que temos que respeitar além de qualquer crença. Pelo menos nós, os pós iluministas.
Mas somos poucos, num mundo humano perdido em crenças poderosas.
Estava ledo as "Crônicas marcianas" de Ray Bradbury e me surpreendi com seus contos que tratam, nao de Marte, mas dos homenzinhos da Terra e quanta poesia triste e louca encontrei ali, ao falar nao de um planeta, que possivelmente será explorado e colonizado, mas de nós.
Quem somos nós?
Quanta fragilidade que tentamos sublimar através do conhecimento, da ocupação, da ideia de que temos a resposta.
Quais são as grandes questões humanas?
Provavelmente não são as equações para se chegar a Marte, numa viagem "confortável".
São as Questões de todo dia.
No novo Star Trek, a amizade é a grande questão colocada. O filme poderia passar no Brasil colonial.
O que importa é sempre isso.
O que farei por voce, amigo? Irmão?
Nesse mundo que existe em si mesmo.
As crônicas marcianas, são as crônicas dos terráqueos.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Três Rios é dos carros

Uma caminhada por TR e fica claro que aqui só os carros tem vez.
Não adianta pintar faixa de pedestre se sabemos que os carros nao param ali.
A nova faixa na Nelson Viana só deixa claro que não há uma secretaria pensando no transito de forma coerente, ou melhor, levando em conta os outros elementos do trânsito, tipo o pedestre, esse ser desabilitado, para usar um termo americano para deficiente. Desabilitado de um motor a gasolina ou do gênero.
O erro todo está na ideia de que a economia brasileira depende de cada vez mais carros e junte -se a isso o gato de tantas pessoas agora poderem comprar carro, símbolo de tanta coisa, principalmente de "melhoria de classe social".
Não há como discutir sobre isso, exige muito gasto energético, porque no nosso mundo a felicidade está no shopping, nas revendedoras... Todos querem ser feliz, e nas nossas cidades essa felicidade está cada vez mais longe, em Três Rios, estamos afogando em carros.
E assim me lembro do filme Cinema Paradiso , onde no final Tornattore mostra um delicada cidade italiana, engolida por carros estacionados em todos canto. Lá se foi a cidade.
Será que em 2013 Três Rios é incapaz de pensar com bom senso?
Para quem governa o Burgomestre?

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Eu quero acreditar - a prefeitura de Tres Rios não sabe de nada!

Eu queria ser o Fox Molder, porque pelo menos ele queria acreditar em alguma coisa, mesmo que fosse "lá fora"...
Eu, muito mais simplório, apenas queria acreditar que é possível uma convivência harmoniosa entre os humanos numa cidade, a mais humana da elucubrações humanas...
Mas, se você está em Tres Rios, essa simplória crença mostra-se como algo impossível ate mesmo para os Titans, os gregos, nao os paulistas.
Nao existe educacao no transito em Tres Rios, e para complicar a prefeitura insiste em valorizar os automóveis. É uma cidade para quem possui carro. Qualquer outro tipo de ser humano, aqui, não tem vez. Tudo é feito em nome do lucro do comercio, por isso deve-se facilitar o homo automobilis, esse ser cansado de antemão...
Está cada vez mais difícil pensar cidadania em Tres Rios, isso não é uma cidade, é só mais uma das impossibilidades do terceiro mundo.
Prefeitura de merda!

quinta-feira, 21 de março de 2013

Grito Rock - Três Rios

Vivemos em tempos sombrios?
Tenho me perguntado sobre isso com mais assiduidade do que gostaria.
Vejo os noticiários, há um desconforto espalhado, até o papa desistiu porque viu que era necessária uma mudança rápida, numa instituição de 2000 anos. Mas é, penso eu, essa mudança não virá.
A política brasileira resvalou de tal forma pela sarjeta, que vemos um racista homofônico na comissão dos direitos humanos. Um fanático religioso e o que é pior nem esse fanatismo eu acho honesto, acho que ele e outros aproveitam da ignorância para chegar ao poder, como aquele chanceler alemão lá nos anos trinta.
Mas esse micro poder chegou até ele por omissão ou outros interesses de partidos que se dizem progressistas entre eles o PT. É triste, mas o PT tem decepcionado muito.
O consumismo tornou uma religião aceita até mesmo pelas religiões cristas que se dizem nascidas das palavras  de um Cristo que falou pelos humildes, que jogou ao chão as barraquinhas dos vendilhões do templo.
Vivemos em tempos sombrios?
Há uma discussão sobre a cultura brasileira. Há quem diga que estamos no meio de um vazio, no meio de produções medíocres, dominados pela cultura de massa, pagode sertanejo e suas diferentes vertentes e funk babaca.
É aqui que discordo e digo que se vivemos em tempos sombrios, há pontos de luz que apontam possibilidades.
No Grito Rock em Três Rios vi isso.
Há um movimento, talvez ainda pouco visível, mas persistente, crescente e otimista de construção de novas possibilidades, de discussão e produção independente.
Há coisas sendo feitas, pensadas e que mais cedo ou mais alarde se imporão e mostrarão uma saída, um novo caminho para esse tempos...
Vivemos em tempos sombrios?

segunda-feira, 18 de março de 2013

Grito de Rock - Três Rios - RJ

Nos dias 16 e 17 de março ocorreu o grito de rock em três rios, cidade do estado do rio de janeiro.
Esse acontecimento, que contou com um concerto literário, debates sobre veganismo e abolicionismo animal, um encontro com o pessoal da Casa fora do Eixo, de Juiz de Fora e Belo Horizonte, teve seu momento mais importante com a apresentação de bandas de rock índie, independentes, de TR, Volta Redonda, Rio de Janeiro, Suzano, SP, que se apresentaram na praça JK da cidade do Vale do Paraíba.
Mais que isso, foi um momento de reflexão sobre movimentos alternativos, descentralização do conhecimento e da informação, levando a um publico cada vez maior aquilo que nao se item através da chamada grande imprensa. reflexão essa que esse log se propõe a fazer desde seu inicio, considerado que esse é um ganho que a internet nos oferece.
Pretendo escrever a partir daqui sobre essas questões e refletir sobre como podemos construir uma sociedade mais democrática com os instrumentos tecnológicos dados quais dispomos.
Fica esse texto como uma introdução, volto mais tarde, inclusive com fotos do acontecimento a que chamamos de Grito de Rock, TR, 2013.

Verão vai chegando ao fim