terça-feira, 9 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Ficção cientifica
Quem não sonha mundos distantes, mundos alternativos, mundos queridos além dessa gravidade 1 da Terra, descrita cientificamente?
Eu sonho. Eu queria que o tempo fosse elástico, além do que ele é. Queria poder passar pelo espaço em tempo dobra. Queria que a Terra fosse o centro do nosso universo humano, não como na idade média, mas como algo que é só o que temos e por isso é o que temos que respeitar além de qualquer crença. Pelo menos nós, os pós iluministas.
Mas somos poucos, num mundo humano perdido em crenças poderosas.
Estava ledo as "Crônicas marcianas" de Ray Bradbury e me surpreendi com seus contos que tratam, nao de Marte, mas dos homenzinhos da Terra e quanta poesia triste e louca encontrei ali, ao falar nao de um planeta, que possivelmente será explorado e colonizado, mas de nós.
Quem somos nós?
Quanta fragilidade que tentamos sublimar através do conhecimento, da ocupação, da ideia de que temos a resposta.
Quais são as grandes questões humanas?
Provavelmente não são as equações para se chegar a Marte, numa viagem "confortável".
São as Questões de todo dia.
No novo Star Trek, a amizade é a grande questão colocada. O filme poderia passar no Brasil colonial.
O que importa é sempre isso.
O que farei por voce, amigo? Irmão?
Nesse mundo que existe em si mesmo.
As crônicas marcianas, são as crônicas dos terráqueos.
Eu sonho. Eu queria que o tempo fosse elástico, além do que ele é. Queria poder passar pelo espaço em tempo dobra. Queria que a Terra fosse o centro do nosso universo humano, não como na idade média, mas como algo que é só o que temos e por isso é o que temos que respeitar além de qualquer crença. Pelo menos nós, os pós iluministas.
Mas somos poucos, num mundo humano perdido em crenças poderosas.
Estava ledo as "Crônicas marcianas" de Ray Bradbury e me surpreendi com seus contos que tratam, nao de Marte, mas dos homenzinhos da Terra e quanta poesia triste e louca encontrei ali, ao falar nao de um planeta, que possivelmente será explorado e colonizado, mas de nós.
Quem somos nós?
Quanta fragilidade que tentamos sublimar através do conhecimento, da ocupação, da ideia de que temos a resposta.
Quais são as grandes questões humanas?
Provavelmente não são as equações para se chegar a Marte, numa viagem "confortável".
São as Questões de todo dia.
No novo Star Trek, a amizade é a grande questão colocada. O filme poderia passar no Brasil colonial.
O que importa é sempre isso.
O que farei por voce, amigo? Irmão?
Nesse mundo que existe em si mesmo.
As crônicas marcianas, são as crônicas dos terráqueos.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Três Rios é dos carros
Uma caminhada por TR e fica claro que aqui só os carros tem vez.
Não adianta pintar faixa de pedestre se sabemos que os carros nao param ali.
A nova faixa na Nelson Viana só deixa claro que não há uma secretaria pensando no transito de forma coerente, ou melhor, levando em conta os outros elementos do trânsito, tipo o pedestre, esse ser desabilitado, para usar um termo americano para deficiente. Desabilitado de um motor a gasolina ou do gênero.
O erro todo está na ideia de que a economia brasileira depende de cada vez mais carros e junte -se a isso o gato de tantas pessoas agora poderem comprar carro, símbolo de tanta coisa, principalmente de "melhoria de classe social".
Não há como discutir sobre isso, exige muito gasto energético, porque no nosso mundo a felicidade está no shopping, nas revendedoras... Todos querem ser feliz, e nas nossas cidades essa felicidade está cada vez mais longe, em Três Rios, estamos afogando em carros.
E assim me lembro do filme Cinema Paradiso , onde no final Tornattore mostra um delicada cidade italiana, engolida por carros estacionados em todos canto. Lá se foi a cidade.
Será que em 2013 Três Rios é incapaz de pensar com bom senso?
Para quem governa o Burgomestre?
Não adianta pintar faixa de pedestre se sabemos que os carros nao param ali.
A nova faixa na Nelson Viana só deixa claro que não há uma secretaria pensando no transito de forma coerente, ou melhor, levando em conta os outros elementos do trânsito, tipo o pedestre, esse ser desabilitado, para usar um termo americano para deficiente. Desabilitado de um motor a gasolina ou do gênero.
O erro todo está na ideia de que a economia brasileira depende de cada vez mais carros e junte -se a isso o gato de tantas pessoas agora poderem comprar carro, símbolo de tanta coisa, principalmente de "melhoria de classe social".
Não há como discutir sobre isso, exige muito gasto energético, porque no nosso mundo a felicidade está no shopping, nas revendedoras... Todos querem ser feliz, e nas nossas cidades essa felicidade está cada vez mais longe, em Três Rios, estamos afogando em carros.
E assim me lembro do filme Cinema Paradiso , onde no final Tornattore mostra um delicada cidade italiana, engolida por carros estacionados em todos canto. Lá se foi a cidade.
Será que em 2013 Três Rios é incapaz de pensar com bom senso?
Para quem governa o Burgomestre?
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Eu quero acreditar - a prefeitura de Tres Rios não sabe de nada!
Eu queria ser o Fox Molder, porque pelo menos ele queria acreditar em alguma coisa, mesmo que fosse "lá fora"...
Eu, muito mais simplório, apenas queria acreditar que é possível uma convivência harmoniosa entre os humanos numa cidade, a mais humana da elucubrações humanas...
Mas, se você está em Tres Rios, essa simplória crença mostra-se como algo impossível ate mesmo para os Titans, os gregos, nao os paulistas.
Nao existe educacao no transito em Tres Rios, e para complicar a prefeitura insiste em valorizar os automóveis. É uma cidade para quem possui carro. Qualquer outro tipo de ser humano, aqui, não tem vez. Tudo é feito em nome do lucro do comercio, por isso deve-se facilitar o homo automobilis, esse ser cansado de antemão...
Está cada vez mais difícil pensar cidadania em Tres Rios, isso não é uma cidade, é só mais uma das impossibilidades do terceiro mundo.
Prefeitura de merda!
Eu, muito mais simplório, apenas queria acreditar que é possível uma convivência harmoniosa entre os humanos numa cidade, a mais humana da elucubrações humanas...
Mas, se você está em Tres Rios, essa simplória crença mostra-se como algo impossível ate mesmo para os Titans, os gregos, nao os paulistas.
Nao existe educacao no transito em Tres Rios, e para complicar a prefeitura insiste em valorizar os automóveis. É uma cidade para quem possui carro. Qualquer outro tipo de ser humano, aqui, não tem vez. Tudo é feito em nome do lucro do comercio, por isso deve-se facilitar o homo automobilis, esse ser cansado de antemão...
Está cada vez mais difícil pensar cidadania em Tres Rios, isso não é uma cidade, é só mais uma das impossibilidades do terceiro mundo.
Prefeitura de merda!
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