quarta-feira, 8 de junho de 2016

Outono 2016 - Três Rios - RJ


O concreto dos caminhos cruzados









Viaduto da BR 040 sobre a antiga União e Indústria em Levy Gasparian - RJ

Um momento para reflexão sobre até aonde a indústria, a engenharia e a solidão podem nos levar...

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Cores e luzes do outono - Três Rios - RJ






domingo, 1 de maio de 2016

Luzes do outono - Três Rios às margens do Rio Paraíba do Sul




sábado, 23 de abril de 2016

Numa manhã de abril


Borboleta cujo nome eu não sei, Vou chama-la de Marrinha.

Na feira o mamão está caríssimo, mas o pé aqui está lotado.

Pitangueira vista por baixo.

sábado, 2 de abril de 2016

Experiencias fotográficas usando Três Rios







quinta-feira, 3 de março de 2016

Angola -3

Pois então, falava eu sobre o livro de Antonio Jacinto e a dedicatória que nele encontrei e o inusitado fato do uso da palavra irmã, pois na dedicatória do livro havia uma confusão entre os termos irmã e tia.
Perguntava-me: qual termo está fora do contexto?
E então estava lendo um livro, editado pela UFJF, chamado, Depois o Atlântico, sobre modelos de pensar e narrar na diáspora africana e no texto de Reginaldo Prandi, encontrei uma referencia sobre o uso do termo irmã ou minha irmã mais velha como modo de regência de uma mulher para outra sendo as duas casadas com o mesmo homem, um chefe dentro de um ritual religioso africano. Sendo o termo em iorubá  egbômi.
Claro que nada posso afirmar sobre a dedicatória e a talvez conexão com o uso do termo irmã feito num sentido religioso, mas a pesquisa prossegue.
Ao menos depois do livro Desmedida, senti o Brasil muito mais perto da África e estranhamente senti Portugal muito mais africano do que brasileiro, ou mesmo europeu. E vejo que nós, no Brasil, somos mesmo uma outra civilização...
Estarei certo? Estarei equivocado?